Ele andou toda a beira do rio Amazonas a pé!

Foram 860 dias de trilha em mata, prainhas, cidades e outras paisagens. Nesta jornada, da fonte ao encontro do maior rio do mundo com o mar, Ed Stafford se tornou o primeiro homem a caminhar por toda a beira do rio Amazonas, na américa do sul.

A caminhada começou no dia 2 de abril de 2008 e se encerrou em agosto de 2010. Ninguém nunca havia tentado o que ele fez e em breve você poderá assistir esta aventura através da Discovery.

O canal apresenta neste domingo, 18 de dezembro, às 22h, “O Amazonas a Pé”. O documentário foi gravado pelo próprio Ed, com seu amigo Luke Collyer. A dupla caminhou do Peru à costa atlântica brasileira e também documentou a aventura em um site. Quer saber como? Então leia a entrevista exclusiva que fizemos com o cara.

Cidadão do Planeta: Muitas pessoas fazem trilhas conhecidas em busca de respostas pessoais, espirituais, ou meramente contemplativas. A trilha inca, o caminho de Santiago de Compostela são alguns exemplos bem famosos. Percorrer as margens do Rio Amazonas lhe trouxe alguma descoberta pessoal?

Ed Stafford: Foi uma jornada e tanto. Pessoalmente, eu comecei bem convencido como um ex-oficial do exército e acabei ficando bem humilde e menos convencido com as experiências pelo caminho. Quando a expedição terminou, eu tive que admitir que cresci demais em confiança e agora tenho um conhecimento satisfatório do que posso conquistar. Mesmo um ano depois de terminado, eu me sinto feliz, relaxado e em um lugar muito bom.

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Peru de Natal com a Central de Intercâmbios – @CI_Intercambio

Natal vai chegando e todo mundo quer ganhar presentes, certo? Um dos destinos mais maravilhosos da América do Sul pode ser um dos presentões que você vai ganhar, mas não do Papai Noel.

Em nosso videocast mais recente mostramos algumas imagens de Machu Picchu, uma das principais cidades do Império Inca. Que tal conhecer esta e outras ruínas pessoalmente? A CI está com uma promoção que pode te dar essa chance em uma viagem com tudo pago para o Peru. Ou, como eles preferem dizer, a CI vai te dar o Peru de Natal!

E para participar é fácil! Com direito a 2 noites em Lima e 3 em Cusco, city tour e acomodações inclusas nas duas cidades, o ganhador fará uma visita ao parque arqueológico de Sacsayhuaman, passará um dia inteiro de visita a Machu Picchu (tiquete para o trem que dá acesso a cidade incluso), um almoço local e ainda assistência de viagem.

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Videocast Machu Picchu – Dicas para visitar a cidade perdida dos Incas

Machu Picchu é muito mais do que um mito materializado. A inspiradora cidade perdida dos Incas é uma das paisagens mais fortes da América do Sul, para não dizer do mundo. Verde e brilhante, entre as montanhas, atrai turistas das mais variadas regiões.

Agrega a cultura ancestral de um povo marcante, com cores e temperos vibrantes, ao atual cenário peruano, com sua influência colonial espanhola. No alto da montanha, as ruinhas. Entre as poucas cidades que a cerca, a arquitetura que se sobrepõe, como aconteceu com a cultura.

A cidade de Machu Picchu já havia sido abandonada antes da chegada dos espanhóis a América e, talver por isso, tenha se mantido no meio da mata. Um tesouro muito mais valioso do que qualquer ouro saqueado. Vale visitar, com certeza.

Confira dicas no vídeo acima.

Você atravessaria uma ponte pensa Inca?

Lembra quando você via filmes tipo Indiana Jones e ele tinha que andar por aquelas pontes maltrapilhas de corda, que atravessavam abismos? Pois é, já tive a aventura de estrear uma ponte destas.

Em maio de 2006 fiz minha primeira viagem internacional e o destino era Cusco, a cidade dos Incas. O que eu não sabia é que estava visitanto a cidade em um dos períodos mais festivos do ano. Cusco, como todos sabem, é uma cidade peruana. E a cultura peruana é muito rica por mesclar os costumes europeus, latinos e de sua população original indígena, dominantemente Inca.

No final de maio, começo de Junho, o país é forrado por festas, festivais e feriados, sejam eles Incas, católicos, ou relacionados à cultura europeia e latina. Uma destas tradições acontece na região de Apurimac, que fica próximo de Cusco.

Povos de vários locais e comunidades têm por tradição se reunir na primeira semana de junho para este evento que não é turístico. Não é como se você chegasse numa agência da CVC e dissesse “Oi, eu quero o pacote 3, acrescenta para mim uma visita ao festival de Queswachaka”!

E exatamente por isso me sinto um cara de sorte. Pura sorte. Aconteceu deu estar lá, aconteceu da escola onde estudava espanhol organizar uma excursão, aconteceu de visitar e foi mágico. Uma viagem de dois dias com alguns poucos gringos do mundo tudo vivendo ao ritmo do terceiro mundo. Isso exclui a existência de chuveiro com água quente e até mesmo banheiro com privadas. Pois é!

Mas presenciar um momento tão cultural e natural de um povo tão antigo foi realmente maravilhoso. Mas, enfim, para que serve este festival, não é mesmo? O que tem a ponte a ver com isso? Enfim… É no festival de Queswachaka que os Incas da região do Rio Apurimac se reúnem para destruir e reconstruir a ponte pensa que atravessa o penhasco e as águas do rio.

Todas as comunidades se reunem, dividem o trabalho, a comida, á agua e os afazeres para destruir e reconstruir uma ponte que vem sendo feita há muito mais tempo do que você pode imaginar. Eles trançam uma espécie de mato (não é bem mato, é mais uma palha mesmo) existente na borda do rio e criam cordas grossas e gigantescas.

É impressionante ver como realmente a união faz a força, em todos os sentidos. Aquelas tirinhas de palhas enroladas umas as outras formam um corda super forte, capaz de suportar todos que queiram atravessar a ponte (sugiro que um de cada vez!), além da força dos trabalhadores, da população local de descendência Inca, mantendo suas tradições.

E não é uma festa só de trabalho. Cada região traz suas danças, que são apresentadas em shows com figurino e competições, tudo espalhado pelas encostas dos montes que cercam o rio, formando uma paisagem de contraste entre a natureza amarela, de aparência seca, com toda aquela gente que se veste colorida.

As mulheres tecem a corda feita de ichu, a tal palha, os homens constroem a ponte, com as cordas feitas de ichu trançada. Terminada a ponte, o principal responsável por ela se torna o primeiro a atravessá-la. Depois disso, a passagem é livre para todos, mas é de bom tom deixar o pagamento de um soles por poder cruzar a ponte nova em folha.

Nos dias que seguem a região continua animada pelas tais danças típicas apresentadas por crianças, jovens e adultos, em meio a vacas, cabras e lhamas.

O festival Queswachaka, por todos este motivos, se faz absolutamente inesquecível.

Confira algumas fotos que fiz quando estive por lá:

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Curiosidades sobre Machu Picchu e o Peru

Primeiro post do blog com cara nova! Pois é, agora dá para dizer que o Cidadão do Planeta é oficialmente um blog da Blog Content!!! Iei \o/

Nesta semana de estreia teremos uma viagem para Manaus. Vou com a Thais Maranho e ambos escreveremos sobre a maior floresta do mundo, e também sobre o maior dos rios! Vale lembrar que o rio Amazonas tem sua nascente nos Andes, que é também o local onde está a cidade que já foi perdida, Machu Picchu. Continue reading »