2 broke gays: da ponte do Brooklyn ao Gugeinheim

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Mais um dia tomando café no Dunkin Donuts e reparando nas diferenças entre as cafeterias aqui da cidade. É impressionante como TODAS as DD têm funcionários apenas indianos e já as Starbucks só contratam hipsters para seus staffs. Ou ~seje~…

Mas não quero falar sobre café nem bagel, o post é para contar e dar dicas descobertas em mais um dia na Big Apple. Sábado foi dia de ir ao Brooklyn e conhecer um pouco mais (mesmo que bem pouco) desta grande parte de NY.

Fomos atravessando a ponte a pé, claro. É um passeio bem turístico com alguns americanos tentando correr para fazer seus exercícios. Impressionante e muito bacana o quanto eles se dedicam ao esporte e à vida saudável, ao contrário do que a gente sempre lê sobre o índice de obesidade aqui nos Estados Unidos. Aliás, o povo aqui de Nova Iorque é bem do magrinho!!!

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Enfim, a dica é atravessar toda a ponte e se jogar no parque que tem logo na margem do East River, para conseguir imagens ainda mais bacanas da estrela do cenário, que é a ponte – e neste caso também de sua coadjuvante, a Estátua da Liberdade.

De lá seguimos para o Prospect Park, o Central Park do Brooklyn. Este é um campo muito mais aberto e até mais frequentado por se tratar de uma área residencial. Talvez também tenha tido essa impressão pois o visitei num sábado, enquanto passeei pelo Central Park num domingo.

É muito bacana ver as famílias incentivando seus filhos nos treinos de baseboll, com uniformo, taco e luva de apanhador!!! Tirei muitas fotos legais.

Foi difícil encontrar algum lugar para comer no Brooklyn. Até há algumas pizzarias e sanduicherias, mas não encontrei muitas dicas ou sugestões no ForSquare que me incentivassem. O jeito foi partir para os fast-foods mais básicos. Mas antes, entramos em uma espécie de Pub Irlandês que servia brunch chinês (oi?) e acabamos pedindo algo apenas para não ser rude! Acabei tendo que comer um prato de peito de frango desfiado com muita pimenta e salada de alface. Saí de lá toda Angelina ~Jolips~.

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Retornamos para Manhathan e enquanto uma parte do grupo fazia compras, fui visitar o Gugeinheim, que é um espetáculo apenas pelo espaço que é. Todo sábado, após as 17h45 você pode entrar de graça. É bom chegar um pouco cedo pois a fila do ingresso free é longa. Diferente do MoMA, esta fluiu super bem, incluindo a fila do guarda volumes.

Também conta o fato do Gugenheim ser um museu de pequeno porte, se comparado ao MET e ao MoMA.

Te indico subir até o sexto nível e ir descendo a espiral de exposições itinerantes, que desta vez recebia alguns artistas orientais. Você ainda poderá ver a galeria de obra do próprio museu, com quadros de Dali, Picasso e outros grandes nomes da arte moderna.

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Seguindo o passeio, uma visita rápida na padaria Magnolia, na qual você pode experimentar fatias gigantescas de bolos cobertos de chantelly, ou cupcakpes originalmente americanos, com uma boa bebida quente!!! Eu experimentei umi gigantesco Red Velvet, mas tinha até bolo de pistache, entre outras delícias.

Terminamos a noite na loja da Apple, após uma passadinha pela estátua Love, afinal existe amor em Nova Iorque. Mesmo o meu estando em São Paulo.

Guia Definitivo: O que fazer em New Iorque

A cidade mais vibrante do planeta é um dos roteiros preferidos não apenas dos brasileiros, mas do mundo todo. Ela traz de tudo: de passeios gastronômicos com uma culinária cosmopolita, à arte de todos os tempos, com os musicais da Broadway e seus incríveis museus, sem deixar de lado seus famosos pontos turísticos e os grandes ícones da cultura pop que a consagraram, como cenários de filmes e séries.

Por isso, que tal se organizar a saber tudo o que se pode fazer por lá? Este é o objetivo deste post, listar o que há de mais bacana para que você possa escolher sua prioridade, de acordo com a sua agenda na cidade.

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Madrid de museus e baladas

Madrid é uma cidade surpreendente. Se Barcelona é facilmente comparável ao Rio de Janeiro, Madrid é a São Paulo europeia. Com muitas das grandes vantagens de se estar na Europa: segurança, diversidade, riqueza (tanto material, quanto cultural), etc.

Após morar quase um ano em uma cidade de 250 mil habitantes, visitar Madrid foi uma experiência fantástica para mim. Era exatamente o que eu precisava: novos ares, em uma cidade muito grande (para os padrões europeus). Madrid é a sexta maior cidade do continente, com mais de 3 milhões de habitantes, e fica no coração da Espanha. O centro geográfico do país está na Praça Puerta del Sol, no centro da cidade.

Eu, assistindo ao pôr do sol, e Madrid ao fundo

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Conheça o Museu Oscar Niemeyer

Se você nunca ouviu falar do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, provavelmente já viu seu bloco mais recente e emblemático em algum cartão postal da cidade. O “olho”, projeto anexado à obra original em 2002 (até então chamada Edifício Castelo Branco e sede de diversas secretarias estaduais), é um dos principais símbolos da capital paranaense.

O Museu Oscar Niemeyer foi inaugurado há dez anos, sob o nome de Novomuseu, e em 2003 foi rebatizado para homenagear um dos arquitetos mais famosos do país. O acervo original foi fundado com peças do Museu de Arte do Paraná e do extinto Banco do Estado do Paraná. Este é composto por mais de três mil peças, inclusive de artistas renomados nacional e internacionalmente, como Guido Viaro, Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Helena Wong, entre outros. Ainda que ocorram exceções, as especialidades do MON são a arte contemporânea e a arte moderna.

Detalhe do "Olho", em dia de chuva de verão

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Atrações Turísticas: Os museus do Circuito Luz/Tiradentes

Uma boa opção para um dia de turismo em São Paulo é a região da Luz e Tiradentes. Além de abrigar alguns pontos turísticos da cidade, a região ainda é vizinha ao Centro Histórico, onde se localizam o Pátio do Colégio, a Catedral da Sé e o Colégio São Bento, ou seja: se o turista for rápido, dá para correr dos museus para a origem da cidade via metro.

Na região do metrô Luz e Tiradentes temos pelo menos três pontos interessantes a serem conhecidos, a Pinacoteca do Estado, o Museu de Artes Sacras Paulista e o Museu da Língua Portuguesa. Este último, na própria estação da Luz, que é um dos cartões postais da cidade.

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