Conheça as Cataratas do Iguaçu

Há poucas semanas, as Cataratas do Iguaçu foram consideradas uma das 7 novas maravilhas da natureza, e o prêmio não é desmerecido. São 275 quedas d’água de até 80m, que se espalham por 2780m de largura de rio. É um espetáculo único da natureza, e um dos maiores conjuntos de quedas d’água do planeta, fincado na fronteira entre Brasil e Argentina.

A vazão varia de 500.000 a 8.500.000 litros de água por segundo. Sim, POR SEGUNDO. O período de cheias ocorre entre outubro e março, quando o espetáculo fica mais surpreendente. Na lígua tupi-guarani, Iguaçu significa “água grande”, e agora você compreende o porquê. O acidente geográfico que forma as Cataratas é de formação relativamente recente, estimada em aproximadamente 200 mil anos.

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Pq. Nacional das Cataratas

O lado argentino e o lado brasileiro, para você decidir qual é o mais bonito de todos.

O Pq. Nacional das Cataratas de Iguaçu pode ser visitado tanto do lado brasileiro quanto do lado argentina. São dois parques praticamente iguais, mas a atração e o ângulo de visão são bem diferentes entre eles. Quer ver a paisagem mais linda e fazer belas fotos de recordação, além de ver de perto a garganta do diabo? Visite o lado brasileiro. Quer se sentir dentro das cataratas? Visite o lado argentino. Ambos têm suas caracteristas.

Os argentinos, como todo qualquer argentino, adoram dizer que o lado deles é o mais bonito. E os brasileiros adoram responder que é mesmo, afinal, do lado argentino é que é possível ser ver o lado brasileiro. Já os brasileiros adoram falar sobre a estrutura de seu parque, que realmente é melhor – assim como o lado argentino é mesmo mais bonito. Continue reading »

Back in Action

De volta ao Brasil depois de um dia só de aeroporto e translado. Ai, essa vida chic me cansa. Coloco meus óculos escuros e desvio de todo mundo q vem falar comigo. Fazer sucesso dói, as vezes! Mas vamos contar desde onde parou, q muita coisa aconteceu e meu público é curioso!

Cataratas Argentinas

Quando me disseram que o lado Argentino era bonito eu acreditei. Pq é bem fácil tudo ser mais bonito lá do que aqui, vide a população de Buenos Aires. Mas quando visitei o parque brasileiro, achei que era mentira. O parque brasileiro é lindo, mas o argentino é mais.
No dia de ontem, qdo fui ao Parque com a Cleide, acordei com a bicicleta. Dor de barriga dos infernos. Naum saia do banheiro. Tive que tomar um chá de boldo, pq queria muita ver as cataratas. E pra tomar chá de boldo, só querendo muito alguma coisa. Não sei pq passei mau. Não sei se foi algo que comi ou que bebi. Na noite anterior só havia visitado uma pizzaria, com uma pizza muito boa, e depois cama. Até ensaiamos uma balada. Mas qdo chegamos na porta eu desisti pq estava quebrado de andar no Paraguai. Depois que a caganeira passou, fomos.
Aquele trajeto de busão q todo mundo conhece: até a rodoviária, depois mais um. Nesse caso um até a rodoviária da Argentina, e lá mais um até as cataratas. Entramos no Parque, pegamos o trenzinho e decidimos fazer a trilha inferior, pq era de lá que partiam os barcos para o passeio no Rio. Descorbrimos que o passeio até a Ilha San Martin estava fechada, e que a plataforma tb. Não no lado brasileiro! Deu uma raivinha, mas tudo bem. Fizemos todo o percurso, passando por quedas d´águas lindas. Numa delas era necessário atravessar uma ponte. Estava num lado, no outro um aglomerado de argentinos atrapalhando. Me joguei de carão e atravessei. No outro lado o cara perguntou se eu não tinha visto a cobra.
Tinha uma cobra enorme na ponta de um galho em uma árvora, no meio da ponte. Passei centimetros do lado dela sem perceber! Depois tirei muitas fotos com minha objetiva zoom!
Aí fomos pra queda principal. Me enxarquei lá embaixo, pq eu quis tirar foto, claro! Depois voltamos pra ver o passeio de barco. Estava noventa reais e durava duas horas. A Cleide decidiu não fazer e eu não ia deixá-la sozinha. Então fomos pra trilha superior. No caminho os benditos quatis! Tão bonitinhos, mas umas pragas. Não deixavam ninguém comer em paz. Eu só queria me secar e tirar fotos.
A trilha superior era tão linda quanto a outra. As paisagem era incrível. Uma massa de água enorme que caia numa velocidade e força inimaginável. Só vendo mesmo. Mas fiz uns vídeos, depois mostro pra vocês! Aí, fizemos todos os caminhos e trilhas abertos naquele dia e voltamos para a estação do trenzinho. Era como ir pra Hogwarts, só que em menor escala. Voltamos do parque para a rodoviária argentina, depois pro terminal brasileiro e eu comecei a passar ma de enjôo. Achei q ia vomitar. Fomos ao mercado comprar um miojo, pq se eu fosse comer teria que ser algo leve. Vi um pote de nutella gigante e comprei, mas naum comi até agora, meu Brasil!
Voltamos pra casa da Cleide, dei uma melhorada. Deixei as fotos descarregando no meu notebook e dei uma cochilada. Depois acordei, jantei e assistimos o Fantástico. Ai como eu amo esse programa. Depois fui dormir.
Hj acordei e arrumei minhas malas. Naquela hora o que queria era estar em casa vendo uma maratona de friends!!! Depois de uma noite mau dormida com um pouco de febre e mau estar, tudo o que queria era meu quarto. Mas faltava pouco. Na hora do almoço a Cleide me levou ao aeroporto. Fiz uma horinha até abrirem o embarque. O vôo foi tranquilo. Na hora da decolagem consegui ver as cataratas. Já em São Paulo, ainda impressionado por ter visto o tamanho da cidade pela janela do avião pela primeira vez, fiz meu translado até Guarulhos onde meu padrasto me recebeu no aeroporto. Vim pra casa, desfiz as malas (que não quero ver por um bom tempo) e vim pra cá escrever pra vcs sobre o fim da viagem, que rendeu, mas rendeu muito.
Acho q aprendi bastante coisa, que nem dá pra colocar numa lista. Mas qq dia eu posso tentar.
Agora resta uma saudade enorme de Buenos Aires, cidade linda que me deixou apaixonado! Quero muito voltar pra lá. Quem sabe conseguir um emprego e por lá ficar. Quero rever meus amigos de todos os cantos do mundo. Quero editar meus vídeos e montar a minha campanha, que ainda naum está bem definida, mas vai bombar no youtube. Quero voltar a trabalhar, pq eu sinto falta disso tb! Ahhhh. Quero ver lost e comer meu pote de nutella, porra. hehehe!

Cataratas do Iguaçu

Como disse no post anterior, ontem foi o dia de conhecer o lado brasileiro das cataratas. Acordei cedo, tomei café com a Cleide, escrevi um pouco em meu diario (ou acharam q eu só escrevia aqui? – hahahaha – O podre mesmo está lá!), depois sai rumo Terminal de Ônibus, onde fiz integração com a população local e fui ao Parque das Cataratas. Mas meu roteiro turístico começou mesmo no Pq. das Aves, onde você é recebido por duas araras amarelas logo na entrada. Lindas, sentadinhas num tronco, a céu aberto!
Entrei no Pq. com meu desconto por ser brasileiro (até q enfim ser brasileiro valeu de algumas coisa) e fiz uma das visitas mais legais. Apesar do nome naum havia apenas aves. Mas elas eram a atração principal. A primeira parte é um viveiro com diversas espécies. O viveiro fica dentro de uma gaiola enorme, assim sendo, ao mesmo tempo q vc vê pássaros enjaulados em grandes espaços, vc ainda vê pássaros voando sobre a sua cabeça. Rezei a Deus para me livrar dos torpedos, pois ali naum era Israel. Saí limpo da primeira parte!
Depois vc chega numa parte maior, com espaço para emas e outras jaulas. As emas estavam meio ocupadas, atendendo telefones (Quem naum lembra do trote da Dona Ema?). Pássaros lindos, todos coloridos. Depois o lago dos flamingos. Muitos flamingos, lindos… Rosas e azuis. E então começa o tour pelas vegetações e faunas específicas. A primeira delas foi o pantanal, recriado em um grande ambiente. Tem também mata atlântica, savana africana, ásia e blá blá blá. O que eu queria mesmo era ver um tucano de perto. Na parte dos tucanos, todos estavam ou muito alto, ou de costas. Fiqui frustado. Heis q do nada um tucano aterrisa na minha frente. Levei um susto enorme, mas naum desmunhequei. Muita gente desmunhaca na hora do susto. Me mantive! Fotos, fotos e fotos. O bicho se sentiu a Gisele! Até fazia pose.
Outra coisa bem legal foi a gaiola dos Beija-flores. Linda! Tirei fotos ótimas do beija flor à poucos centimetros de mim. Muitos. O barulho até enchia o saco. Zuuuuuuuuuuuuuuuuuum! O tempo todo. Na mesma gaiola havia aranhas, mas enjauladas num espaço menor. Destaque para a párte dos répteis: jacarés, anacondas e outros mais. Tinha um pássaro muito engraçado. A cabeça dele parecia a da Cleópatra. Ah, outra coisa engraçada: entrei na jaula das araras. Todas quietinhas, fazendo pouco barulho ao fundo da gaiola. Naum entendi pq, antes de entrar na gaiola, havia uma placa dizendo que podia entrar mas era perigoso. Elas estavam tão quietinhas, sentidinhas, empoleiradas… Fazendo barulhinhos como se estivem conversando sobre a novela!!! Falsas do caralho! Novela meu cú! Estavam planejando me atacar, pq, do nada, levantaram vôo e vieram todas em cima de mim! Tá gravado meu Brasil. Saí correndo da jaula, vivo e limpo! Sem desmunhecar.
Daí em diante a viagem no Pq. das Aves me encheu o saco. Ao final, comprei trecos na loja de presentinhos, comi e fui ao Pq. Nacional das Cataratas do Iguaçu, Patrimônio da Humanidade, tombado pela UNESCO.

Pq. Nacional

De verdade naum esperava nada do Pq. Brasileiro, talvez pq os argentinos foram bem convincentes dizendo que o lado deles era mais bonitos. E eu sempre concordava, dizendo que sim, lógico, claro! Afinal, estavam vendo o Brasil. Hehehehehe! Era assim q eu irritava eles. Mas naum é q me surpeendi, meu público! O lado brasileiro é muito bem estruturado. As coisas são um pouco mais caras, mas é lindo e bem organizado.
Paguei, com desconto por ser brasileiro (tô gostando mais de ser brasileiro) e comecei minha jornada pelo parque. Primeiro um espaço de exposição sobre as cataratas no mundo, no brasil e blá blá blá. Depois subi um ônibus totalmente moderno, destes de dois andares. Me senti meio Joey, em Friends! Awesome! Ônibus cheio de turistas japoneses! Subimos até a trilha das cataratas. Qdo o ônibus parou já se ouvia o barulho das quedas. O caminho era amezing de tão lindo! Sempre cercado o abismo que beira as quedas e o Rio. São muitas quedas. As lanchas fazem passeios ao pé delas. É engraçado pq passeio beeeem lento, e do nada dão uma arrancada. Deve ser uma aventura. Vou tentar no domingo, com a Cleide!
Continuei minha trilha ao lado das cataratas enquanto todo mundo se vestia com capas de chuva e eu pensei: Qual é, minha gente! Nem tem tanto respingo assim! E não tinha mesmo! Naquela hora. Conforme vc continuava a trilha, mais molhado vc ficava, pq mais próximo da trilha chegava. Mau conseguia tirar foto, pq a lente enchia de água na frente. O mesmo com a filmadora. Ao final da trilha, cheguei na estação dos miradores da garganta do diabo, que estava fechada pq a quantidade de água está gigante, e é preciso um pouco de segurança, naum é, meu povo? O mirador das lojas estava aberto. É bem embaixo da queda principal. Parecia um pinto molhada, naquele momento em particular. Mas eu queria pegar o elevador panorâmico, então, tive que enfrentar a água. Subi até a parte alta, acima da queda, onde havia restaurantes, fast food e internet por R$10,00 a hora. Tudo caro, pra terem idéia. Fiquei mó feliz q ia tirar foto com os quatis, mas eles estavam no ninho, pq aqui em Foz tem feio um frio desgraçado. Engraçado q tem muito sol, mas o vento é gelado. Magda disse q no verão vc tem q dormir com o ventilador na cara e ainda assim sente calor! Pois eu tenho q dormir com três cobertores, e ainda assim sinto frio. É a cidade dos extremos.
Enfim, depois de comer, sentado em frente às quedas (momento lindo, de mim comigo mesmo) fui embora. Caminho normal: ônibus até terminal, do terminal pra casa da Cleide. Comemos um bauru de forno, descarreguei as fotos e fui dormir cedo. Hj vou visitar o refúgio biológico da Usina de Itaipú! Reserva feita. Agora vou, que quero muito ir ao banheiro.

Um bjo, e comenta!

Foz do Iguaçu

Já começo dizendo que se Vanessa naum dá conta de seu segundo presente, eu dou!!! Pode deixar comigo, viu! Hahahaha!
Entaum, agora com mais calma, ainda assim na casa da irmã da Cleide. Nem lembro qdo foi a última vez q escrevi sobre a viagem, a ver… Ah, ok! Parei depois da balada. Então, a terça foi meio q um day off. Acordei cedo, arrumei as coisas. Usei um pouco de internert, tomei meu café, me despedi da Merel e fui embora. Naum dei tchau pra Heather pq ela dormiu em algum lugar da cidade, com o novo carinha q ela estava se pegando, mas… Sem problemas, ela vem pra SP logo.
No aeroporto tomei um cházinho de cadeira, mas tudo bem. Subi para o embarque e uma lojinha estava vendendo Play Mobil por um preço taum barato q eu tive que comprar um pra por de enfeite no meu quarto novo, até pq foi o brinquedo que marcou minha infância: um playmobil ambulância. Eu tinha!!! Eu queria ser médio. Hj naum aguento ver sangue nem em foto. Entaum, embarquei… Longa viagem de uma hora. Naum conseguia dormir pq qdo pegava no sono a aeromoça vinha dar algo pra comer. E eu naum sou de jogar comida fora, né Brasil? Tanta gente morrendo de fome na África. Claro q é nisso q eu penso qdo vejo comida: puro altruísmo. E qdo pegava no sono de novo a aeromoça vinha recolher o lixo. Aí qdo eu pegava no sono, turbulência. Primeira vez q passei por uma turbulência. Uma coisa meio intensa, meu público. Me senti no flashback de lost, primeira temporada.
Chegando em Puerto Iguazu, translado de oito pesos até a rodoviária. Fantástico, né? Passei ao lado do shopping Dutt Free deles. Ô meu Brasil, me jogava ali fácil! Mas segui meu caminho e peguei meu busão pra Foz na rodô de Puerto. Cidade deserta, vale citar. Minúscula e deserta! De lá desci no meio de Foz, cidade inteira acontecendo. Tinha esquecido de trocar dinheiro!!! Perdido, no meu da cidade q naum parava de acontecer. Liguei pro celular da cleide a cobrar, naum aceitava chamado pq é pré-pago e ela nuam coloca créditos há três meses. Liguei pra casa dela a cobrar (q vergonha) e a mãe dela disse q ela ia demorar pra chegar. Ok, resolvi sentar e esperar q por um milagre a cleide aparecesse ali, pq naum estava na rodoviária, estava num terminal de ônibus! Tinha q pegar outro bus pra rodô.
Mas lembrei q no Brasil eu posso usar meu cartão num caixa eletrônico. Perguntei prum carinha, q por azar era meio louco e me ofereceu drogas. Disse q ia me levar pro caixa eletrônico. Foi qdo comecei a ficar com medo, mas aí apareceu um taxista e eu disse q ia de taxi. E fui mesmo. Peguei dinheiro, depois o cara me levou na rodoviária. Onde o paguei.
Fui ligar pra Cleide, agora no celular. No locutória naum cheguei a falar nem 15 segundo e o cara me cobrou 2 reais. Dava pra comprar um cartão telefônico com esse dinheir. Mas beleza, isso é o meu Brasil!!! Liguei pra Cleide e disse q estava na rodô e ela me perguntou uáderréu eu tava na rodoviária se o combinado era esperar por ela no terminal. E eu pensei: uáderréu eu confundi tudo isso. Acho q pq em espanhol terminal é o mesmo q rodoviário. Enfim. Juntei-me à Cleide e fomos comer coxinha de catupiri! Yammi! Depois vim aqui na casa da Adriana, onde falei de Buenos Aires, pq ela e o marido estão indo pra lá, emprestei algumas coisas pra eles tirarem xerox, consultamos preços de notebook na internet e fomos embora. Na casa dela assistimos alguns videos q gravei. Rimos muito!

Itaipú

Meu primeiro dia em Foz foi bem calminho. A Cleide me deu uma mapa q o cunhado dela imprimiu e eu basicamente aprendi a me virar sozinho com os ônibus da cidade. Fui ao centro, saquei dinheiro, troquei na casa de câmbio, fui na TAM, fui ao centro turístico pegar milhões de mapas, troquei minha passagem (agora volto na segunda que vem – Pq assim vou com a Cleide ao Paraguay e às Quedas d´Água) e voltei pra almoçar. Depois peguei a câmera e fui pro terminal. No ônibus um cobrador LINDO!!! Devia ser modelo, naum cobrador. Acho q foi o segundo cara mais lindo q vi na viagem. Can you believe´t??? Segue a lista:

1º Marcos – Uruguay
2º Cobrador – Foz do Iguaçu
3º Paul (inglês do Hostel de Pukón) – Inglaterra

Voltando: cheguei no terminal e me lembrei q esqueci meu dinheiro. Lá fui eu pro banco de novo. Voltei e peguei um ônibus. Fui visitar a maior Usina de Energia Hidroelétrica do mundo. Descobri q ela é Binacional, pertence ao Brasil e ao Paraguay juntos. 92% da energia consumida pelo Paraguay sai de lá. Paguei, peguei as coisinhas q eles dão e fui pra loginha de buginga. Comprei umas pros meus chefes, pq a gente tem q manter o emprego, naum é, meu povo? A visita foi ótima. Me senti visitando o Jurassic Park, pq tive q usar aqueles capacetes laranjas e tudo mais. Tudo é gigantesco ali. Depois da visita, no ponto de ônibus, conheci uma garota de NY q esta de passagem pelo Brasil. Nos tornamos melhores amigos e agora já tenho onde ficar na Big Apple americano, pq ela convidou. Depois fui pra casa da Cleidoca e agora estou aqui. Amanhã visito a parte brasileira do Pq. Nacional de Foz do Iguaçu pra fazer tudo q naum se pode fazer no lado argentino. Vai ser lindo, acreditem!