Peru de Natal com a Central de Intercâmbios – @CI_Intercambio

Natal vai chegando e todo mundo quer ganhar presentes, certo? Um dos destinos mais maravilhosos da América do Sul pode ser um dos presentões que você vai ganhar, mas não do Papai Noel.

Em nosso videocast mais recente mostramos algumas imagens de Machu Picchu, uma das principais cidades do Império Inca. Que tal conhecer esta e outras ruínas pessoalmente? A CI está com uma promoção que pode te dar essa chance em uma viagem com tudo pago para o Peru. Ou, como eles preferem dizer, a CI vai te dar o Peru de Natal!

E para participar é fácil! Com direito a 2 noites em Lima e 3 em Cusco, city tour e acomodações inclusas nas duas cidades, o ganhador fará uma visita ao parque arqueológico de Sacsayhuaman, passará um dia inteiro de visita a Machu Picchu (tiquete para o trem que dá acesso a cidade incluso), um almoço local e ainda assistência de viagem.

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Videocast Machu Picchu – Dicas para visitar a cidade perdida dos Incas

Machu Picchu é muito mais do que um mito materializado. A inspiradora cidade perdida dos Incas é uma das paisagens mais fortes da América do Sul, para não dizer do mundo. Verde e brilhante, entre as montanhas, atrai turistas das mais variadas regiões.

Agrega a cultura ancestral de um povo marcante, com cores e temperos vibrantes, ao atual cenário peruano, com sua influência colonial espanhola. No alto da montanha, as ruinhas. Entre as poucas cidades que a cerca, a arquitetura que se sobrepõe, como aconteceu com a cultura.

A cidade de Machu Picchu já havia sido abandonada antes da chegada dos espanhóis a América e, talver por isso, tenha se mantido no meio da mata. Um tesouro muito mais valioso do que qualquer ouro saqueado. Vale visitar, com certeza.

Confira dicas no vídeo acima.

Você atravessaria uma ponte pensa Inca?

Lembra quando você via filmes tipo Indiana Jones e ele tinha que andar por aquelas pontes maltrapilhas de corda, que atravessavam abismos? Pois é, já tive a aventura de estrear uma ponte destas.

Em maio de 2006 fiz minha primeira viagem internacional e o destino era Cusco, a cidade dos Incas. O que eu não sabia é que estava visitanto a cidade em um dos períodos mais festivos do ano. Cusco, como todos sabem, é uma cidade peruana. E a cultura peruana é muito rica por mesclar os costumes europeus, latinos e de sua população original indígena, dominantemente Inca.

No final de maio, começo de Junho, o país é forrado por festas, festivais e feriados, sejam eles Incas, católicos, ou relacionados à cultura europeia e latina. Uma destas tradições acontece na região de Apurimac, que fica próximo de Cusco.

Povos de vários locais e comunidades têm por tradição se reunir na primeira semana de junho para este evento que não é turístico. Não é como se você chegasse numa agência da CVC e dissesse “Oi, eu quero o pacote 3, acrescenta para mim uma visita ao festival de Queswachaka”!

E exatamente por isso me sinto um cara de sorte. Pura sorte. Aconteceu deu estar lá, aconteceu da escola onde estudava espanhol organizar uma excursão, aconteceu de visitar e foi mágico. Uma viagem de dois dias com alguns poucos gringos do mundo tudo vivendo ao ritmo do terceiro mundo. Isso exclui a existência de chuveiro com água quente e até mesmo banheiro com privadas. Pois é!

Mas presenciar um momento tão cultural e natural de um povo tão antigo foi realmente maravilhoso. Mas, enfim, para que serve este festival, não é mesmo? O que tem a ponte a ver com isso? Enfim… É no festival de Queswachaka que os Incas da região do Rio Apurimac se reúnem para destruir e reconstruir a ponte pensa que atravessa o penhasco e as águas do rio.

Todas as comunidades se reunem, dividem o trabalho, a comida, á agua e os afazeres para destruir e reconstruir uma ponte que vem sendo feita há muito mais tempo do que você pode imaginar. Eles trançam uma espécie de mato (não é bem mato, é mais uma palha mesmo) existente na borda do rio e criam cordas grossas e gigantescas.

É impressionante ver como realmente a união faz a força, em todos os sentidos. Aquelas tirinhas de palhas enroladas umas as outras formam um corda super forte, capaz de suportar todos que queiram atravessar a ponte (sugiro que um de cada vez!), além da força dos trabalhadores, da população local de descendência Inca, mantendo suas tradições.

E não é uma festa só de trabalho. Cada região traz suas danças, que são apresentadas em shows com figurino e competições, tudo espalhado pelas encostas dos montes que cercam o rio, formando uma paisagem de contraste entre a natureza amarela, de aparência seca, com toda aquela gente que se veste colorida.

As mulheres tecem a corda feita de ichu, a tal palha, os homens constroem a ponte, com as cordas feitas de ichu trançada. Terminada a ponte, o principal responsável por ela se torna o primeiro a atravessá-la. Depois disso, a passagem é livre para todos, mas é de bom tom deixar o pagamento de um soles por poder cruzar a ponte nova em folha.

Nos dias que seguem a região continua animada pelas tais danças típicas apresentadas por crianças, jovens e adultos, em meio a vacas, cabras e lhamas.

O festival Queswachaka, por todos este motivos, se faz absolutamente inesquecível.

Confira algumas fotos que fiz quando estive por lá:

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Top 5 – Melhores Cidades que Já Visitei

Não sei se dá para dizer que existe mesmo um top five, lista que enumere em ordem crescente ou decrescente as cidades que mais gostei de estar. Tão pouco sei dizer se este top five seria fixo; Acho na verdade que ele depende do meu estado de humor. Mas foi hoje , dia em que tive essa idéia, o meu top five é esse… Sem considerar São Paulo, minha cidade do coração. Continue reading »

Machu Picchu – A Cidade Perdida

Um pico loco que ficou perdido anos e anos e anos, redescoberto apenas no início do século passado – fico imaginando a cara de besta do arquiólogo que se deparou com ela maravilha pela primeira vez em décadas.

Encontrar Machu Picchu, a cidade perdida dos Inkas, nos dias de hoje é muito fácil. Você pode fazer isso até mesmo no Google Earth! Aliás, adoro brincar de procurar coisas lá. Os caras deviam colocar um Wally em algum lugar do planeta e criar uma competição mundial. rs

Então, minha experiência com Machu Picchu aconteceu em maio de 2006. Se não me engano no dia 26, que foi um sábado. Naquele mês eu estava estudando espanhol em Cusco, cidade que fica em uma província vizinha. Muitas pessoas acham que Machu Picchu fica dentro de Cusco, mas não é verdade. Machu Picchu é uma espécie de estado, se é que pode se chamar assim. Cusco fica bem próximo.

A cidade de Machu Picchu não existe, pelo menos não mais. Só sobraram as ruinas que ficam na montanha. No pé dela montanha fica o vilarejo de Aguas Calientes, onde fica a estação de trêm e famosas termas. Ao fundo de Machu Picchu fica Waichu Picchu, a grande montanha que para os antigos era um Deus. Continue reading »