Caralho, quanto tempo… Hj estou meio q me forçando a escrever pq a minha desculpa em não manter isto aqui era exatamente a falta de um computador só meu e, bem, hj eu tenho um notebook. Tinha tanta coisa para escrever, mas meio q esqueci. Era sobre a passagem da Heather por São Paulo. Foram duas semanas bem loucas que serviram pra mudar muita coisa em mim. Me diverti muito, gastei muito… Mas a vida naum é só de coisas boas… Mais uma vez bati de frente com a ida de um amigo meu e com o fato de que é estranho encarar a morte de uma pessoa querida. Edu, vai com Deus.
Mudando total o prisma, vamos para o Rio, onde passei o fim de semana. Ligação tosca de assuntos, mas é o q tem pra hj. Adoro visitar o Rio. Rever os amigos, passear pela cidade e seus pontos turísticos. Foi ainda melhor reencontrar a Heather para os nossos três últimos dias juntos até agora. Espero revê-la em breve, em NY e Toronto. Outros quinhentos.
Cheguei sexta de noite e fui pro Hostel Che Lagarto, da mesma rede do que fiquei no Uruguay. Ótimo clima, ótimo serviço, pessoas lindas e simpáticas. Descarreguei as coisas no quarto e fui acordar a canadense… Fomos jantar e depois nos encontramos com Gui, Mari e Pedro. Nos enturmamos. Gui, meu ex-namorado, é um ótimo. Adoro que hj somos muito bons amigos. Ele se pegou com um carinha, eu com o Pedro e a Heather acabou em Mariana’s hands… Uhu.
No fim da noite levei um perdido do Pedro, o q naum é novo no mundo – Eu, levando perdido? Imagina… Fiquei batendo papo com um cara de Brasilia que era muito do Gostoso. Pena q não tivemos tempo de passar da conversa. Heather quis ir embora… Eu acho, pois não haveria motivo de minh’alma para sair do Galeria (balada onde estávamos).
No outro dia acordei meio de ressaca braba. Encontrei com o Edu na rua do Hostel e fomos os três para o Pão de Açucar. Como eu adoro o Edu!!! Ele é tão bonitinho, educado e super atencioso. Pena que estava cheio de compromissos. Só pôde passear com a gente um tantinho e depois foi pra Uhu-Nova Iguaçu conversar e rever os parentes. Heather e eu encontramos Gui, Mari e Alice para ir almoçar (duas da tarde). Depois voltamos para o Hostel, tomamos banho e fomos ver a Intrepida Trupe com a Carol. Sensacional!!!
Nos encontramos de novo em um arraial e fomos parar no buraco da lacraia. Uma balada de beesha pobre, no centro velho, onde supostamente os garçons só vestiam aventais e a bebida era esquema open bar… No final era só open bar. O ambiente era pesado. Fomos embora pq Heather era a “the one with no voice”, como ela repetiu incansavelmente a noite toda.
E então no domingo acordamos comportadamente, fomos a uma feirinha hippie, depois almoçamos após encontrar Mariana… Fomos pro shopping comprar CDs para a família da Heather… Voltamos para o albergue, onde eu revi meu novo Deus do Sexo (Um turista lindo, maravilhoso, não sei de onde, que dormiu na beliche ao lado, cama de baixo, apenas com uma sunguinha. Foi difícil dormir, meu Brasil… Foi difícil)… E peguei minha mochila. Fomos pra Mari, onde bebemos, comemos, bebemos e bebemos… Acabei deixando para ir embora de manhã, às seis. Heather teve uma crise de choro emocionante, o q fez com q me sentisse bem querido pelo amor que passo às pessoas que gosto. Foi emocionante vê-la pela janela do taxi, me mandando beijinhos enquanto o carro seguia comigo dentro para o terminal, onde peguei o ônibus, sentei e dormi até chegar a São Paulo…
Foi isso. Sorry pelos erros de português, mas naum quero corrigir o texto!
p.s.: em algum momento da viagem, Heather e eu chegamos cagadérrimos da balada e pedidos hamburguer num delivery, daí ficamos sentados na sala paquerando uns ingleses bonitinhos até o olho fechar sozinho…