
Depois de uma noite muita ruidosa – to odiando este hostel – acordei bem cedo. Às nove. rs! Ah, tô de férias, né? Isso é cedo!!! Seriously! Tomei café e fiquei puxando papo com o RBD gatinho, que ainda estava bem bêbado por conta da noite passada. Comi croassaint e tomei café. Merel e João acordaram e a gente ficou lá, conversando com o mexicaninho. Nada do Léo.
Terminado o café, hora de preparar as modelos. O mexicano aparece para puxar papo e pegar nossos contatos no facebook. O pq eu não sei, afinal a gente nem tinha se falado tanto. Mas acho q é pq ele tava bebado. Claro q eu passei os dados. Não tô morto!!! Daí, o Léo apareceu, mas o café já tinha acabado.
Para alegria do Léo, o mexicano apareceu de novo com uma garrafa de tequila de presente… Vai entender. Aceitamos o presente e… Fomos para a Rua. Paramos numa padaria para o Léo comer. Depois paramos numa casa de câmbio para o João trocar dinheiro, depois paramos no metrô pro João comprar bilhete, depois paramos para fazer fotos na rua onde o joão trocou o bilhete. Rua linda! Mas acho que isso foi antes. Anyway, paramos na frente do Louvre para o Léo comer. Nisso o joão se perdeu de nós e a gente entrou para fazer fotos. Ah, o cara estava perdido mesmo, sem celular. Não dava para encontrar de qq jeito. Mas ele encontrou a gente.
Daí q Merel e eu não sabíamos se queríamos ou não ir pro Louvre pq, seriously, a fila era imensa. Aí perguntamos pro guarda quanto tempo a fila demorava e ele disse que uma hora, mas nos disse que havia uma fila melhor em uma ala que ninguém nunca vai pq todo mundo quer entrar pela pirâmide. Meu cu pra pirâmide e pra fila de uma hora.
Dentro do Louvre, tudo é muito gigante e lotado. Não me espanta o fato da Monalisa ter aquela pose carão e um sorriso azedo… Imagina uma multidão te olhando todos os dias! BORING! Cadê a privacidade?
De lá, vimos o principal, tipo: Picasso, da Vinci e bla bla bla. Bustos romanos, peças egípcias, ruinas do Louvre medieval… E a Vênus do Milo – Sempre lembro da resposta que um amigo meu deu numa prova de História da Arte. A pergunta era: Explique Vênus de Milo. E o maldito me escreve “Busto muito velho, encontrado às margens do Rio Milo, no Egito!” I mean, Seriously!?!?!?!?!!?
Pracinha com a Mary em Paris
Enviado por cidadaodoplaneta
Fotos feitas, Louvre “not so much, but Done!” Saímos de lá rumo ao Centro Cultural George Pimpidou, uma das atrações mais visitadas de Paris – sério, mais do que a Eifel Tower. Por isso não entramos. A fila era enorme e eu senti que devia guardar uma atração famosa para minha próxima visita a cidade. De lá fomos comer crepe de nutella (e eu me sujei muito), e encontramos uma igreja igual Notre Dame. Fiquei decepcionado. Depois descobri que todas as igrejas aqui são como Notre Dame.
Do crepe de Nutella fomos para a Bastilha, que é apenas um pilar gigante com um anjo de ouro no topo. Assim, eu sei que o lugar tem uma importância enorme na história do mundo, mas nem mesmo os franceses o dão o devido respeito. Tem um parquinho de diversões furreco no pé do pilar!
Voltamos para o Hostel, mas antes compras para jantar e lanche do outro dia. Tudo feito, fomos para o quarto. Comemos, vimos revistinhas. Saímos para nosso lugar favorito: a relaxante praça da igrejinha. Compramos vinho. Bebemos vinho escondido – dá para crer que o Hostel proíbe que compre bebida fora?
Daí foi pretty much like this. Voltamos para o hostel e ficamos paquerando um bando de parisienses comemorando aniversário – não sei pq no Hostel, se nenhum deles parecia estar hospedado lá. Mas agora me dou conta que a entrada do Hostel é um bar… Soooo, maybe was this!
E então vim dormir e escrever este post, depois de ter checado e-mail e reparado que meu amigo de Paris me escreveu. Escrevi de volta, espero que ele me ajude a encontrar uma boa festa de ano novo!
Amanhã, EURODISNEY!!! Sem chapolin colorado.
Bom saber de dicas como essa de uma outra entrada do Louvre… e eu não saberia dizer oq tem de tão interessante no Pompidou, mas q é impedível, isso é. Foi um dos primeiros edifícios high-tech (entenda como high-tech ter as instalações elétricas e hidráulicas aparentes) a serem construídos na boa e velha Paris.
Cultura inutil a parte, aprecie muito os franceses por mim…rs
Beijo, se cuida!