
Gracias!
It’s so good to be back here in Argentina!
Ah… Buenos Aires!
Depois de falar com a Alanis duas vezes no mesmo dia, fomos direto ao hostel onde fizemos check-in. Saimos para almoçar ou jantar e acabamos comendo no burger-king, pq Hanilton e eu prezamos por nossa alimentação.
Voltamos e fomos postar nossas fotos no orkut, pq não estamos mortas. Aliás, depois que postamos, aí sim sentimos que poderíamos morrer. Afinal, já tínhamos compartilhando com o mundo um dos nossos momentos mais incríveis. Olha, Hanilton e eu já tínhamos um plano para marcar esses dias em nossas vidas, depois do encontro com Alanis, só o confirmamos ainda mais.
Encontramos a Aline, contamos a novidade e continuamos mais um pouco na internet. Já era tarde e então decidimos sair para uma pizza. No outro dia acordamos cedo e fomos bater perna. Aline e Shamil compraram milhões de coisinhas lindas para a loja deles. Eu comprei dois óculos estilo rayban, um vermelho e outro preto e transparente.

Voltamos ao hostel, pegamos o Hani e fomos bater perna. Levei eles até a casa rosada e de lá fomos ao Porto Madero, onde tomamos sorvete e visitamos o Museu da Marinha de BsAs. Coisinha caidinha, mas blz. Voltamos para o hostel com a idéia de um cochilo pré-show da alanis. Eu consegui dormir uns minutos, hanilton foi com Shamil pegar o ingresso que a irmã do Hani acabou não usando.
Acordamos, tomamos banho e fomos para o show. Acabei encontrando os amigos argentinos que fiz no aeroporto, os quatro que estavam lá esperando por ela. Conversamos um pouco e nos separamos. Entramos para o Luna Park e vimos que nossos lugares não era tão bons, assim como não eram tão ruins. Entrei com a câmera facilmente.
A galera estava animada, mas não há show como no Brasil. O palco era gigante e a coisa paredia bem organizada, só que a Alanis não entrava nunca. Daí apagaram as luzes e o show começou. Não sabia se olhava para o palco ou para o bonitinho que estava atrás de mim.

O set foi o mais básico dos básicos. Flinch de novo e So Pure, dessa vez dizendo “You are from Buenos Aires…”. Mas repito: animação é coisa de brasileiro. Tirei fotos até que boas. Troquei de lugar umas três vezes para ver se pegava um ângulo legal, mas em qualquer ponto eu ficava longe. Ok, já tinha tirado fotos boas o suficiente.
Ao final do show encontrei os argentinos do aeroporto novamente, que me disseram sobre uma festa só com fãs. Aline e Hani não quiseram ir, acabei não indo também. Sozinho não tem graça, né? Comemos dogs, compramos fotos e posters. Voltamos para o hostel e dormimos.
No outro dia fomos as compras. Comprei um puma, uma camiseta do House, outra do Lost, mais uma do Abba, dos Beatles e do Mário. Visitamos o bairro de La Boca e de noite fomos a uma balada gay que não era gay. De manhã saí vazado ao aeroporto e passei mal com os lindos que estavam no vôo. Sabia que aquela viagem de retorno marcava também o retorno a vida real, o final das andanças e viagens e uma breve despedida a mulher que mais mexe com a minha vida (junto com a minha mãe). Mas eu estava feliz. Feliz por voltar, por ter passado maravilhosos dias com meus amigos, comigo mesmo…
Thank u Alanis!