Um dia de High line e Skyline

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Hoje foi um dos dias mais especiais da viagem. Engraçado como o mais barato e tranquilo dos passeios pode superar o valor e a comercialização e alguns monumentos e ícones turísticos. Adoro Walk Tour, e hoje foi dia disso.

Quando decidi fazer esta viagem, passei a estudar um pouco sobre Nova Iorque afim de descobrir lugares legais que poderiam ser interessantes. Confesso que nunca havia ouvido falar no High Line, que é uma espécie de Parque Suspenso do Chelsea. Ele foi construído no que antes foi uma linha de trem.

Com a notícia de que ela seria emplodida, dois arquitetos se juntaram com um plano: transformar as instalações da antiga linha em um parque suspenso, com jardins, obras de artes e mirantes. Mais ou menos o que todos sonhamos para o Minhocão de São Paulo.

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Me apaixonei por esta história e pelos seus detalhes, como por exemplo o morador de um prédio ao lado do High Line que transformou sua sacada em um teatro, criou um site e passou a divulgar nele os horários e artistas das próximas exibições.

E o parque é fantástico, com detalhes arquitetônicos que se integram à vista proporcionada pela cidade e com um paisagismo irretocável.

De lá partimos para um almoço rápido na região, mas antes passamos pela Macy’s, Madson Square Garden e algumas outras lojas, para então tomar uns olés do metrô antes de chegar ao Midtown. Dica: evite o metrô de NY aos domingos. É puro caos!

Chegando ao Midtwon, fomos à praça da City Hall, que é a prefeitura. Esquilinhos por tudo quanto é canto (ainda me lembro do esquilo louco e serelepe pulando pelo parque todo, um show), assim como bandeiras americanas e fachadas incríveis de prédios muito lindos. Descemos fazendo fotos, passamos novamente pela Century 21 para ver preços e então iniciamos de verdade o tour, nas instalações do WTC.

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Há um museu do WTC que você pode visitar por 17 dólares. Já faz parte do preço a visita ao memorial, mas se você quer visitar apenas o memorial, há como entrada uma doação sugerida de 5 a 10 dolares.

O local é tocante e os monumentos construídos sobre o local dos escombros são de tirar o fôlego. Dentro da área é possível pegar guia em vários idiomas. Nele há imagens do projeto de reconstrução e tudo ficará ainda mais lindo, ainda que aquele dia triste continue na memória.

Seguindo o passeio, visitamos a Trinity Church, local onde os feridos do 11 de setembro eram levados para os primeiros socorros. Depois, Wall Street, com a Bolsa de Valores (Stock Exchange) e Federal Hall.

Dali fomos para outro símbolo do poder financeiro americano, o ostentável e não oficial ponto turístico do Touro, na Bowling Greene. Há uma filinha pequena e rápida para fotos com a estátua. Deste ponto ainda é possível ver a fachada do Museu do Índio Americano e, é claro, visitá-lo (coisa que eu não fiz).

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Já estava na correria pois queria ir para o passeio de Ferry que leva gratuitamente para Staten Island. Poucos sabem, mas ele oferece vistas incríveis da Estátua da Liberdade e do Sky Line da cidade. Com o por do sol, tudo ficou ainda mais lindo. Passeio totalmente indicado.

Na hora de voltar, novamente o metrô sambou na nossa cara. Acabamos indo parar na Central Station, outro famoso ponto turístico da cidade. Sua fachada aparece na abertura de Damages e é cenário da épica luta do filme Os Vingadores. Ali perto também está o Chrysler Building, famoso prédio que abre os créditos do filme de Sex and the City.

Acabamos a noite com um sushi bem gostoso e vim aqui escrever para contar para vocês!!!

2 broke gays: da ponte do Brooklyn ao Gugeinheim

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Mais um dia tomando café no Dunkin Donuts e reparando nas diferenças entre as cafeterias aqui da cidade. É impressionante como TODAS as DD têm funcionários apenas indianos e já as Starbucks só contratam hipsters para seus staffs. Ou ~seje~…

Mas não quero falar sobre café nem bagel, o post é para contar e dar dicas descobertas em mais um dia na Big Apple. Sábado foi dia de ir ao Brooklyn e conhecer um pouco mais (mesmo que bem pouco) desta grande parte de NY.

Fomos atravessando a ponte a pé, claro. É um passeio bem turístico com alguns americanos tentando correr para fazer seus exercícios. Impressionante e muito bacana o quanto eles se dedicam ao esporte e à vida saudável, ao contrário do que a gente sempre lê sobre o índice de obesidade aqui nos Estados Unidos. Aliás, o povo aqui de Nova Iorque é bem do magrinho!!!

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Enfim, a dica é atravessar toda a ponte e se jogar no parque que tem logo na margem do East River, para conseguir imagens ainda mais bacanas da estrela do cenário, que é a ponte – e neste caso também de sua coadjuvante, a Estátua da Liberdade.

De lá seguimos para o Prospect Park, o Central Park do Brooklyn. Este é um campo muito mais aberto e até mais frequentado por se tratar de uma área residencial. Talvez também tenha tido essa impressão pois o visitei num sábado, enquanto passeei pelo Central Park num domingo.

É muito bacana ver as famílias incentivando seus filhos nos treinos de baseboll, com uniformo, taco e luva de apanhador!!! Tirei muitas fotos legais.

Foi difícil encontrar algum lugar para comer no Brooklyn. Até há algumas pizzarias e sanduicherias, mas não encontrei muitas dicas ou sugestões no ForSquare que me incentivassem. O jeito foi partir para os fast-foods mais básicos. Mas antes, entramos em uma espécie de Pub Irlandês que servia brunch chinês (oi?) e acabamos pedindo algo apenas para não ser rude! Acabei tendo que comer um prato de peito de frango desfiado com muita pimenta e salada de alface. Saí de lá toda Angelina ~Jolips~.

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Retornamos para Manhathan e enquanto uma parte do grupo fazia compras, fui visitar o Gugeinheim, que é um espetáculo apenas pelo espaço que é. Todo sábado, após as 17h45 você pode entrar de graça. É bom chegar um pouco cedo pois a fila do ingresso free é longa. Diferente do MoMA, esta fluiu super bem, incluindo a fila do guarda volumes.

Também conta o fato do Gugenheim ser um museu de pequeno porte, se comparado ao MET e ao MoMA.

Te indico subir até o sexto nível e ir descendo a espiral de exposições itinerantes, que desta vez recebia alguns artistas orientais. Você ainda poderá ver a galeria de obra do próprio museu, com quadros de Dali, Picasso e outros grandes nomes da arte moderna.

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Seguindo o passeio, uma visita rápida na padaria Magnolia, na qual você pode experimentar fatias gigantescas de bolos cobertos de chantelly, ou cupcakpes originalmente americanos, com uma boa bebida quente!!! Eu experimentei umi gigantesco Red Velvet, mas tinha até bolo de pistache, entre outras delícias.

Terminamos a noite na loja da Apple, após uma passadinha pela estátua Love, afinal existe amor em Nova Iorque. Mesmo o meu estando em São Paulo.

Um dia no museu!

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Enquanto escrevo este post, a primeira sexta-feira do mês de abril está acabando. Sabe o que significa? Não muita coisa… Mas o importante para quem visita NY no começo de qualquer mês é saber que a primeira sexta feira é dia de visitação gratuita ao MoMA (Museu de Arte Moderna), depois das 16h. Portanto, deixamos para conhecer esse museu incrível nesta data.

Mas, começando pelo início, vale contar que o café da manhã foi no Dunkin Donuts, com café com leite e donuts à moda antiga. Dali iniciamos nossa caminhada pelo Central Park, que não chegamos nem à metade. Nem preciso dizer que o parque é gigantesco, né? Passamos pelo Strawberry Fields, que é uma área do parque em homenagem a John Lennon. Dali ainda é possível ver o Dakota Building, onde vive a viúva do músico.

O planejado era ir até ali para então visitar o Museu de História Nacional, uma das grandes atrações da cidade principalmente pelas ossadas de dinossauros e exposições especiais – a sequência de filmes Uma Noite no Museu se passa ele. O planetário também é bem elogiado, mas como o tempo aqui é curto, reduzimos o passeio ao principal e mais visado, até porque cada atração especial é cobrada à parte.

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A área dos mamíferos é praticamente o Hall de entrada. Ele traz animais empalhados em cenários que recriam seus habitats naturais e é impressionante. Os espaços dedicados às culturas asiáticas, africanas e pré colombianas (américa central e do sul) também é fantástica, principalmente a coleção dos maias. Na parte asiáticas você pode conferir maquetes criadas em perspectivas que são incríveis. Isso tudo no segundo piso, que na verdade é o piso de entrada.há um inferior que é de serviços gerais. O terceiro não deu tempo de visitar e o quarto é o dos dinossauros e mamíferos do passado.

Tenho pra mim que este é o museu e que o Ross, de Friends, trabalhava. Digo isso pois algumas vitrines recriam momentos históricos e regiões do planeta, como naquele episódio em que ele monta uma vitrine sobre uma família pré-histórica e brinca com o braço de um dos manequins.

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Passeio feito, tratamos e comer em um pub no caminho ao MoMA e então chegamos a espaço de artes. Antes passamos pelo prédio da CBS no qual é gravado o Late Show, o que valeu uma fot para este fã de TV.

Voltando ao MoMA,aA fila era gigantesca, mas se movimentava com muita rapidez. Demorado mesmo era esperar para deixar as mochilas na chapelaria. A dica é ir sem mochila. Leve sua câmera pois é permitido tirar fotos. Eu tirei várias, inclusive com O Grito (Edward Munch) que está por lá em uma exposição especial.

Uma pena que a bateria do celular acabou e não posso mostrar as fotos para você aqui no post. Mas assim que descarregar as fotos da câmera, atualizo o post.

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Depois de tanto andar nesses gigantescos museus, voltamos para casa. Aproveite para pegar um prato que a Lívia (amiga do trabalho) me indicou do Hot Kitchen (comida chinesa) e vim comer em casa já pensando no que ia escrever por aqui. Dia corrido, mas bem gostoso.

Uma dica importante para quem gosta desse tipo de atração é se certificar se todo mundo do seu grupo de passeio também gosta, afinal arte é para ser apreciada com calma e tranquilidade. Se nem todo mundo curte, o passeio pode acabar sendo acelerado e ninguém se diverte.
Até o próximo post!!!

Nova Iorque, Nova Iorque…

20130405-223542.jpgEsse post entra atrasado, pois ontem fiquei sem postar. Mas meu terceiro dia em NY terá seu merecido destaque. Dessa vez me preparei para não ser enganado pela claridade na janela (ou pela falta dela).

Programei o relógio e acordei às 8h. Pulei da cama, me arrumei e fui correndo para o Rockefeller pois havia comprado tíquetes para visitar o Top of the Rock às 9h10. Me confundi um pouco com o metrô mas acabei chegando a tempo. A entrada para o TotR é $27,00. Carinho né? Mas já aprendi que esta é a média de preço para atrações turísticas mesmo.

Seu tíquete possui hora de entrada e você pode subir de acordo com o relógio que fica na entrada do caminho. Ele chama pelos grupos que antecedem a certo horário. Há um limite de pessoas no topo do 30 Rock.

Há que passar por um detetor de metais, mas a fila se move rápido. Depois disso, o passeio começa. Você inclusive pode tirar uma foto imitando aquela clássica pose dos construtores de arranha-céus americanos, sentados sobre as vigas de ferro com a cidade ao fundo. Claro que o fundo é uma foto. Mas o resultado é bem legal – pelo menos a foto dos outros que eu vi na lojinha parecia, pois como estava sozinho acabei preferindo não tirar.

20130405-223513.jpgDali parte-se para o elevador, que obviamente é expresso e super rápido. O teto do elevador é um charme à parte, todo transparente e preparado para receber uma transmissão com imagens relacionadas ao prédio, que é sede da NBC e outras empresas.

Saindo do elevador você está no primeiro dos três níveis do deck de observação. A única diferença entre eles é que há uma espécie de funilação invertida. O primeiro nível é protegido com vidraças para evitar acidentes com queda. O segundo já não, afinal a área logo abaixo dele é o primeiro nível. Portanto há áreas apenas com grade de proteção. Já no terceiro há apenas as grades e muito menos áreas bloqueadas.

A vista é fantástica, em todos os cantos. Uma pena que o Chrysler fique tão escondido. Quase não dá para vê-lo. Mas o Empire State está lá, lindíssimo e imponente, assim como o Central Park. Aliás, esta é uma grande chance de fazer fotos legais do ES Building, afinal visitando ele você não consiguirá fazer imagens desse grande e eterno cartão postal da cidade.

De lá, voltei para casa. A Ana já havia chegado e fomos passear para ela conhecer a paisagem. Estávamos ansiosos para visitar a The Harry Potter Exhibition, que é uma exposição com objetos e figurinos dos filmes da saga. No caminho, passamos pela Times Square e fizemos muitas fotos. já fiquei louco quando vi a gigantesca Toys R Us.

20130405-223555.jpgMas, voltando à exposição, ela acontece em um espaço de exposições do canal Discover e é um verdadeiro caça níquel. claro que os fãs se emocionam ao ver os objetos que comporam o filme. mas você não pode tirar foto de nada!!! a única foto permitida é vendida ao final, com preço mínimo de $20!!! Sem contar que a lojinha é um verdadeiro assalto a trouxas – com o perdão do trocadilho – falta de vergonha na cara é pouco.

De lá partimos para a BH Photos e depois vazamos para o Time Warner Center, ou coisa parecida… Não lembro mais a ordem. Enfim, aquela foi a primeira paisagem puramente nova-iorquina que tive, e sabia que a Ana iria se maravilhar também. Fizemos algumas fotos do Columbus Circle, da entrada do Central Park e fomos para a loja da Apple. Depois fomos encontrar mais dois amigos para visitar a Century 21.

Quem vem a NY para fazer comprar precisa ir até lá. A Century é uma loja de departamentos com ar de outlet, ótimo para comprar underwear e outras peças bacanas de marcas badaladas e desconhecidas no Brasil. Em que lugar do Brasil você compra uma alevis original por R$50,00???

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O passeio foi cansativo, mas o impacto maior quem sentiu não foi meu pé, mas meus bolsos. Não pelo preço das compras, que super valia a pena. Como esqueci de avisar ao banco que estava no exterior, minhas compras não foram aprovadas no cartão e tive que pagar tudo com dinheiro.

Mas as inimigas podem voltar a ficar ‘chatiadíssimas’ pois já está tudo resolvido e eu sou ryca novamente!!!

MET, o museu gigante e incrível de Nova Iorque

Segundo dia em NY e já começo a me acostumar com a cidade. Hoje foi dia de visitar o MET, passeio que preferi fazer sozinho pois meus amigos que chegam amanhã não curtem muito um museu – enquanto eu sou daqueles que segura o choro com algumas pinturas e tira foto com quadros mais ‘pop-star’. Digo que foi a decisão mais acertada pois o MET é simplesmente gigante!!!

20130404-001027.jpgAcordei as 10h pois já não conseguia mais dormir. Olhava para a janela e achava que ainda eram 8h, mas o filme do vidro me enganou. O susto foi tanto que pulei da cama. Armei uma indicação rápida de como chegar ao MET pelo Google Maps e zarpei.

Cheguei por volta das 11h e sai de lá quase 17h. Pois é, o MET é grande desse jeito. E confesso que depois de um certo tempo você já não se entusiasma tanto.

A não ser, é claro, com as magníficas instalações que o museu oferece. Na ala do Egito há até a recontrução original de um templo. Já a ala medieval traz um pouco da cavalaria europeia com suas armaduras polidas. A área de arte moderna é recheada de ícones, como o badalado Andy Warhol, que evidentemente é venerado por aqui – aliás, ela passa por um processo bacana inspirando a moda. Não dá para contar a infinidade de camisetas que se vê nas lojas com estampas de seus quadros.

20130404-001004.jpgUma das alas que achei mais interessante foi a Americana, que é nova. Ela traz um pouco da casa histórica dos norte americanos no passar do tempo, com suas influências, inspirações e finalizações. As alas greco-romanas e a de arte africana e da oceania também são entusiasmantes.

Pelo site você pode conferir dicas de tour. Vale dizer que o MET oferece wifi gratuito e que a entrada não é obrigatória. Você pode inclusive entrar sem pagar utilizando a fila de pagamento em dinheiro. Quando chegar sua vez, voce decide se quer pagar os 25 sugeridos, ou menos (ou nada). O museu é incrível, mas $25 dólares para um museu é um tanto irracional. Não é como se o MET estivesse em uma situação crítica, precisando de dinheiro.

Uniqlo: camisetas modelo adulto da Disney por $12 cada.

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Depois de conhecer o MET fui fazer outro passeio que ninguém faria comigo: visitar a casa de Liz Lemon, personagem da minha amada série 30 Rock!!! Ela fica no número 160 da Riverside Drive. Infelizmente a bateria do celular acabou e fiz as fotos apenas com a Canon. Portanto, só poderei postá-las quando descarregar o cartão de memória.

O mais bacana é que a Riverside Drive, durante as 18h, tem um pôr do sol lindo com a beira do rio. Pena que as fotos estão presas no cartãozinho…

Dali, voltei para o centro e parei para um jantarzinho no meu querido KFC. E então, compras na H&M próxima ao Rockfeller Center (onde comprei imgresso para visitar o Top of the Rock na manhã desta quinta-feira)… Na real, essa foi a segunda hora de compra do dia. Logo depois do MET, almocei bem atrasado um Chicken Gyro na rua e fui descendo em direção à downtown, onde parei em uma Uniqlo.

Depois de tudo isso, o que mais queria era voltar para “casa” pois já estava com o pré sofrido.

Amanhã chegam a Ana e mais dois amigos. Vai ser divertido!