Receita para o melhor pão de queijo do Brasil: de Minas Gerais

Quando se fala em pratos típicos brasileiros, os estrangeiros rapidamente pensam em Churrasco e Feijoada. Mas se você perguntar quais são os que brasileiros mais sentem falta quando vão para o exterior, no parte superior da lista você encontrará a coxinha e o pão de queijo mineiro, sem dúvida alguma. Nada melhor que um pão de queijo quentinho, derretendo, em uma tarde quente para apaziguar a fome, não é? E se você tiver espírito de gordinho como eu, gosta de rechear seu pão de queijo, não é? Para mim, não há nada melhor que tirá-lo do forno e rapidamente cortá-lo e passar requeijão no interior. Mas gosto não se discute…

Aí, você deve estar se queixando: mas Francis, eu não tenho uma boa receita e estou cansado de pão de queijo congelado.

Seus problemas acabaram! #tabajarafeelings Abaixo, uma receita incrível que eu achei lá no Tudo Gostoso, que já fiz e aprovei dos legítimos pães de queijo mineiros.

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Topa encarar um ‘balut’, estranha iguaria típica das Filipinas?

Se você acha que já viu de tudo em termos de quitutes, quando for às Filipinas, não deixe de conhecer o balut. Na verdade será bem difícil fugir dele, já que o alimento é tão comum no sudeste asiático, que chega a ser vendido nas ruas, tipo coxinha, pastel e espetinho de camarão, sabe?

O balut nada mais é do que um ovo de pato. Até aí, tudo certo, não fosse o fato de, dentro dele, existir um embrião em formação, que foi cozido antes que pudesse vir ao mundo. E se come assim, descascando o ovo e mordendo o que vai surgindo à sua frente. Topa encarar?

O balut, ovo de pato fecundado cozido, numa foto menos estranha

Vamos deixar o prato um pouco mais interessante então. O balut é considerado uma iguaria afrodisíaca, saudável por seu alto teor de proteína e pode ser servido com cerveja. Os filipinos preferem usar sal, alho, vinagre e pimenta para dar um gostinho especial ao alimento. Os vietnamitas, que também o comem, acrescentam limão ao tempero.

Pelas ruas do sudeste asiático, ambulantes vendem balut

E engana-se quem acha que esse ovo especial é “comida de boteco”. Os restaurantes filipinos e do sudeste asiático já se renderam ao balut, que já faz parte dos menus e é servido como aperitivo, frito junto com omeletes, em forma de cozido e até mesmo como recheio de pastel.

E para que tanto os turistas como os locais possam degustar um balut, é preciso um pouco mais de 15 dias de preparo, um tanto quando artesanal a principio. Após fecundado, os ovos de pato são armazenados em cestos e aquecidos pelo sol. Nove dias depois, eles passam a ser mantidos em uma luz que mostra a formação do embrião em seu interior. Mais oito dias e o balut já está no ponto para ser cozido, vendido e consumido. Ficou a fim de provar?

Pratos Típicos: Barreados de Morretes

Numa ocasião não muito feliz da minha vida, fui ao enterro de um tio que vivia em Curitiba. O enterro foi na cidadezinha de Morretes, litoral do Paraná e foi lá que eu conheci esse prato típico e delicioso, o Barreado.

O prato é nada mais nada menos que uma carne cozida que pode ser servida com arroz, farinha de mandioca e até mesmo banana, mas eu preferia só a carne mesmo porque era divino! O segredinho na preparação dessa carne é o tempo de cozimento na panela de barro , umas 24 horas mais ou menos, suficiente para desfiar toda a carne.

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Francesinha, o sabor do Porto

Portugal é famoso no Brasil por seus pratos com bacalhau, mas estes não são os únicos pratos típicos do país. Quem visita o Porto não pode deixar de provar a “Francesinha”, considerada pelo AOL Travel um dos 10 melhores sanduíches do planeta em 2011.

O prato, extremamente calórico e levemente apimentado, é consumido em lanchonetes e restaurantes de praticamente todo o norte de Portugal e até mesmo em algumas localidades da Galícia, mas no Porto é que se encontram as melhores amostras da iguaria.

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A bebida típica do Natal Germânico: Glühwein

O Glühwein (ou vinho quente, em uma tradução simples) é a grande sensação do período natalino nos países de origem germânica. Em todas as cidades que você passar na Suíça, Alemanha ou Áustria, você verá pessoas se aquecendo com suas canecas ou copos desta bebida. Em 2010, só na Alemanha foram consumidos mais de 50 milhões de litros de Glühwein!

Dezembro é a época dos Weihnachtmarkts. Como? Pronuncia-se “vai nárrt markts”, e nada mais são que mercados de rua especializados no natal… Eles estão em todas as cidades que você passar, e têm presentes, decorações, bebidas, comidas, hummmmm. Muita coisa pra você gastar seu dinheirinho e entrar em clima de natal. E em todo Weihnachtmarkt, há no mínimo uma barraquinha vendendo Glühwein. Geralmente, eles vendem junto com a caneca (pintada com motivos natalinos, geralmente com referência à cidade em que você está). Mas em alguns lugares você pode devolver a caneca e receber seu dindim de volta.

Mercado de natal de Colônia, na Alemanha... Não dá vontade de correr pra lá?

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