Midtown e Staten Island

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Já faz alguns dias que voltei de viagem e estava fugindo de escrever sobre um dos melhores passeios que fiz em Nova York. Até que chega um dia lindo como este, em que a única coisa que fiz foi correr uma hora na academia e passar o restante do tempo vendo televisão. Caio da Depressão decidiu transferir as fotos do iPhone para o computador e se deparou com imagens do passeio pela Nova York mais Nova York de todas.

O Centro financeiro de NY fica ao sul da ilha de Manhattan, e é conhecido como Midtown. Fica próximo a ponte do Brooklyn e, portanto, próximo a área do World Trade Center – agora reconstruído e mais lindo do que nunca.

O começo do passeio aconteceu na praça em frente a prefeitura, onde os esquilos parecem ter consumido metanfetamina, bem doidões. Dali passamos pela Century 21, onde fui acusado pelo roubo de um par de meias (pasmem)! Ao lado fica o terreno do World Trade Center, que hoje contempla dois monumentos aos mortos nos prédios, nos aviões e no pentágono. São duas quedas d’água lindas, em uma caixa de mármore cravada no terreno onde antes ficavam as torres. Continue reading »

Um dia de High line e Skyline

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Hoje foi um dos dias mais especiais da viagem. Engraçado como o mais barato e tranquilo dos passeios pode superar o valor e a comercialização e alguns monumentos e ícones turísticos. Adoro Walk Tour, e hoje foi dia disso.

Quando decidi fazer esta viagem, passei a estudar um pouco sobre Nova Iorque afim de descobrir lugares legais que poderiam ser interessantes. Confesso que nunca havia ouvido falar no High Line, que é uma espécie de Parque Suspenso do Chelsea. Ele foi construído no que antes foi uma linha de trem.

Com a notícia de que ela seria emplodida, dois arquitetos se juntaram com um plano: transformar as instalações da antiga linha em um parque suspenso, com jardins, obras de artes e mirantes. Mais ou menos o que todos sonhamos para o Minhocão de São Paulo.

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Me apaixonei por esta história e pelos seus detalhes, como por exemplo o morador de um prédio ao lado do High Line que transformou sua sacada em um teatro, criou um site e passou a divulgar nele os horários e artistas das próximas exibições.

E o parque é fantástico, com detalhes arquitetônicos que se integram à vista proporcionada pela cidade e com um paisagismo irretocável.

De lá partimos para um almoço rápido na região, mas antes passamos pela Macy’s, Madson Square Garden e algumas outras lojas, para então tomar uns olés do metrô antes de chegar ao Midtown. Dica: evite o metrô de NY aos domingos. É puro caos!

Chegando ao Midtwon, fomos à praça da City Hall, que é a prefeitura. Esquilinhos por tudo quanto é canto (ainda me lembro do esquilo louco e serelepe pulando pelo parque todo, um show), assim como bandeiras americanas e fachadas incríveis de prédios muito lindos. Descemos fazendo fotos, passamos novamente pela Century 21 para ver preços e então iniciamos de verdade o tour, nas instalações do WTC.

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Há um museu do WTC que você pode visitar por 17 dólares. Já faz parte do preço a visita ao memorial, mas se você quer visitar apenas o memorial, há como entrada uma doação sugerida de 5 a 10 dolares.

O local é tocante e os monumentos construídos sobre o local dos escombros são de tirar o fôlego. Dentro da área é possível pegar guia em vários idiomas. Nele há imagens do projeto de reconstrução e tudo ficará ainda mais lindo, ainda que aquele dia triste continue na memória.

Seguindo o passeio, visitamos a Trinity Church, local onde os feridos do 11 de setembro eram levados para os primeiros socorros. Depois, Wall Street, com a Bolsa de Valores (Stock Exchange) e Federal Hall.

Dali fomos para outro símbolo do poder financeiro americano, o ostentável e não oficial ponto turístico do Touro, na Bowling Greene. Há uma filinha pequena e rápida para fotos com a estátua. Deste ponto ainda é possível ver a fachada do Museu do Índio Americano e, é claro, visitá-lo (coisa que eu não fiz).

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Já estava na correria pois queria ir para o passeio de Ferry que leva gratuitamente para Staten Island. Poucos sabem, mas ele oferece vistas incríveis da Estátua da Liberdade e do Sky Line da cidade. Com o por do sol, tudo ficou ainda mais lindo. Passeio totalmente indicado.

Na hora de voltar, novamente o metrô sambou na nossa cara. Acabamos indo parar na Central Station, outro famoso ponto turístico da cidade. Sua fachada aparece na abertura de Damages e é cenário da épica luta do filme Os Vingadores. Ali perto também está o Chrysler Building, famoso prédio que abre os créditos do filme de Sex and the City.

Acabamos a noite com um sushi bem gostoso e vim aqui escrever para contar para vocês!!!

2 broke gays: da ponte do Brooklyn ao Gugeinheim

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Mais um dia tomando café no Dunkin Donuts e reparando nas diferenças entre as cafeterias aqui da cidade. É impressionante como TODAS as DD têm funcionários apenas indianos e já as Starbucks só contratam hipsters para seus staffs. Ou ~seje~…

Mas não quero falar sobre café nem bagel, o post é para contar e dar dicas descobertas em mais um dia na Big Apple. Sábado foi dia de ir ao Brooklyn e conhecer um pouco mais (mesmo que bem pouco) desta grande parte de NY.

Fomos atravessando a ponte a pé, claro. É um passeio bem turístico com alguns americanos tentando correr para fazer seus exercícios. Impressionante e muito bacana o quanto eles se dedicam ao esporte e à vida saudável, ao contrário do que a gente sempre lê sobre o índice de obesidade aqui nos Estados Unidos. Aliás, o povo aqui de Nova Iorque é bem do magrinho!!!

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Enfim, a dica é atravessar toda a ponte e se jogar no parque que tem logo na margem do East River, para conseguir imagens ainda mais bacanas da estrela do cenário, que é a ponte – e neste caso também de sua coadjuvante, a Estátua da Liberdade.

De lá seguimos para o Prospect Park, o Central Park do Brooklyn. Este é um campo muito mais aberto e até mais frequentado por se tratar de uma área residencial. Talvez também tenha tido essa impressão pois o visitei num sábado, enquanto passeei pelo Central Park num domingo.

É muito bacana ver as famílias incentivando seus filhos nos treinos de baseboll, com uniformo, taco e luva de apanhador!!! Tirei muitas fotos legais.

Foi difícil encontrar algum lugar para comer no Brooklyn. Até há algumas pizzarias e sanduicherias, mas não encontrei muitas dicas ou sugestões no ForSquare que me incentivassem. O jeito foi partir para os fast-foods mais básicos. Mas antes, entramos em uma espécie de Pub Irlandês que servia brunch chinês (oi?) e acabamos pedindo algo apenas para não ser rude! Acabei tendo que comer um prato de peito de frango desfiado com muita pimenta e salada de alface. Saí de lá toda Angelina ~Jolips~.

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Retornamos para Manhathan e enquanto uma parte do grupo fazia compras, fui visitar o Gugeinheim, que é um espetáculo apenas pelo espaço que é. Todo sábado, após as 17h45 você pode entrar de graça. É bom chegar um pouco cedo pois a fila do ingresso free é longa. Diferente do MoMA, esta fluiu super bem, incluindo a fila do guarda volumes.

Também conta o fato do Gugenheim ser um museu de pequeno porte, se comparado ao MET e ao MoMA.

Te indico subir até o sexto nível e ir descendo a espiral de exposições itinerantes, que desta vez recebia alguns artistas orientais. Você ainda poderá ver a galeria de obra do próprio museu, com quadros de Dali, Picasso e outros grandes nomes da arte moderna.

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Seguindo o passeio, uma visita rápida na padaria Magnolia, na qual você pode experimentar fatias gigantescas de bolos cobertos de chantelly, ou cupcakpes originalmente americanos, com uma boa bebida quente!!! Eu experimentei umi gigantesco Red Velvet, mas tinha até bolo de pistache, entre outras delícias.

Terminamos a noite na loja da Apple, após uma passadinha pela estátua Love, afinal existe amor em Nova Iorque. Mesmo o meu estando em São Paulo.

Um dia no museu!

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Enquanto escrevo este post, a primeira sexta-feira do mês de abril está acabando. Sabe o que significa? Não muita coisa… Mas o importante para quem visita NY no começo de qualquer mês é saber que a primeira sexta feira é dia de visitação gratuita ao MoMA (Museu de Arte Moderna), depois das 16h. Portanto, deixamos para conhecer esse museu incrível nesta data.

Mas, começando pelo início, vale contar que o café da manhã foi no Dunkin Donuts, com café com leite e donuts à moda antiga. Dali iniciamos nossa caminhada pelo Central Park, que não chegamos nem à metade. Nem preciso dizer que o parque é gigantesco, né? Passamos pelo Strawberry Fields, que é uma área do parque em homenagem a John Lennon. Dali ainda é possível ver o Dakota Building, onde vive a viúva do músico.

O planejado era ir até ali para então visitar o Museu de História Nacional, uma das grandes atrações da cidade principalmente pelas ossadas de dinossauros e exposições especiais – a sequência de filmes Uma Noite no Museu se passa ele. O planetário também é bem elogiado, mas como o tempo aqui é curto, reduzimos o passeio ao principal e mais visado, até porque cada atração especial é cobrada à parte.

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A área dos mamíferos é praticamente o Hall de entrada. Ele traz animais empalhados em cenários que recriam seus habitats naturais e é impressionante. Os espaços dedicados às culturas asiáticas, africanas e pré colombianas (américa central e do sul) também é fantástica, principalmente a coleção dos maias. Na parte asiáticas você pode conferir maquetes criadas em perspectivas que são incríveis. Isso tudo no segundo piso, que na verdade é o piso de entrada.há um inferior que é de serviços gerais. O terceiro não deu tempo de visitar e o quarto é o dos dinossauros e mamíferos do passado.

Tenho pra mim que este é o museu e que o Ross, de Friends, trabalhava. Digo isso pois algumas vitrines recriam momentos históricos e regiões do planeta, como naquele episódio em que ele monta uma vitrine sobre uma família pré-histórica e brinca com o braço de um dos manequins.

Passeio feito, tratamos e comer em um pub no caminho ao MoMA e então chegamos a espaço de artes. Antes passamos pelo prédio da CBS no qual é gravado o Late Show, o que valeu uma fot para este fã de TV.

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Voltando ao MoMA,aA fila era gigantesca, mas se movimentava com muita rapidez. Demorado mesmo era esperar para deixar as mochilas na chapelaria. A dica é ir sem mochila. Leve sua câmera pois é permitido tirar fotos. Eu tirei várias, inclusive com O Grito (Edward Munch) que está por lá em uma exposição especial.

Uma pena que a bateria do celular acabou e não posso mostrar as fotos para você aqui no post. Mas assim que descarregar as fotos da câmera, atualizo o post.

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Depois de tanto andar nesses gigantescos museus, voltamos para casa. Aproveite para pegar um prato que a Lívia (amiga do trabalho) me indicou do Hot Kitchen (comida chinesa) e vim comer em casa já pensando no que ia escrever por aqui. Dia corrido, mas bem gostoso.

Uma dica importante para quem gosta desse tipo de atração é se certificar se todo mundo do seu grupo de passeio também gosta, afinal arte é para ser apreciada com calma e tranquilidade. Se nem todo mundo curte, o passeio pode acabar sendo acelerado e ninguém se diverte.
Até o próximo post!!!

Dicas rápidas para Nova Iorque

Pegue o bloquinho de notas e prepare o Roteiro – na real, salve esse post em seus favoritos. Estas são dicas rápidas de lugares que vale a pena conhecer ao passar por Nova Iorque. Ao final separei ainda algumas dicas de locações famosas das séries de TV para os fãs de programas inesquecíveis.

Para ficar fácil, separei por regiões da cidade. Acima você encontra um mapa com todas as atrações em seus endereços corretos. Ao clicar sobre os ícones você consegue as mesmas informações disponíveis no texto abaixo.

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