
Ainda me lembro perfeitamente sobre como foi chegar a Amsterdam… Da viagem anterior, até Munique, onde peguei um resfriado com o ar condicionado do trem noturno, da despedida da Itália, país que serviu como uma base de viagem… Da amizade que fiz com Eva, uma croata doidinha que estava indo para a capital da Holanda… Cada detalhe.
As pessoas me falavam que eu ia me sentir em casa em Amsterdam. Que eu não precisava falar a lingua nativa para me sentir enturmado. A comprovação veio quando o cobrador de um ônibus me disse, em inglês, onde deveria ir para encontrar com a minha amiga em sua casa. Ele me deu as instruções certas, mas não consegui encontrar com ela.
Ela estava trabalhando, mas sua roomie, a espanhola Helena, me recebeu super bem. E detalhes como este fizeram de minha viagem uma experiência muito mais cosmopolita. Fiquei na casa de uma holandesa que crescer na Nova Zelândia, que vivia com uma espanhola e acabou recebendo um brasileiro. E os jantares de cada nacionalidade, uma memória especial à parte.
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