A nova parte da vida

Deixei o blog de lado pela correria da vida. Mas não esqueci daqui… Sempre penso no que escrever enquanto enfrento o trânsito de São Paulo, indo para o trabalho. São ideias maravilhosas que se perdem em meio à toda esta rotina de academia/trabalho/cuidar-de-casa/tentar-dormir-nesse-calor.

Mas o que mais me empolgou em voltar a escrever foi uma grande novidade: a possibilidade de um novo lar e finalmente o nascimento de minha nova família. 2014 chegou de uma maneira muito gostosa, com um ano novo em Natal junto com meu Ci. Passeamos, descansamos e cansamos. Voltamos e começamos a nos preparar para o futuro.

A ideia inicial seria juntar dinheiro para uma grande viagem à Miami, com passeio pelos parques em Orlando incluso. Mas os dias nos trouxeram até uma nova possibilidade, que ganhou forma em questão de dias e mudou todo o plano dos próximos 30 meses. Não vai ser nada fácil, mas espero passar por isso com força o suficiente para aproveitar o resultado do empenho. Continue reading »

Back on the road

Primeiro dia oficial de férias começou. Ontem foi um dia sossegado, dirigindo e conversando sobre a vida e seus rumos. O plano era descer para Ubatuba pela Tamoios, mas perdemos a entrada e seguimos por Taubaté.
No caminho, uma surpresa: passamos por São Luiz do Paraitinga. Sempre quis conhecer a cidade, que é patrimônio histórico. Esta era a chance.
São Luiz é realmente minúscula. Com 15 minutos você visita a cidade inteira. Mas ela deve ser interessante por conta de seus passeios ao redor. Almoçamos num restaurante rústico. Seguimos andando um pouquinho para conhecer a cidade e caímos na estrada novamente, enquanto anoitecia.
A estrada para Ubatuba é realmente muito íngreme e cheia de curvas. Queria ter feito a descida da serra durante o dia, pois foi um pouco assustador.
Chegando em ubatuba, abastecemos num supermercado e viemos para o Hostel Surf Garden, que na verdade é um sítio alugado com quartos abertos para os mochileiros. Mas o ambiente é bem legal e o dono, Fábio, parece ser um cara simples que aproveita a vida.
Ele surfa, fuma uns e toma conta do sítio/hostel. Sua esposa é a chefe de cozinha. Não a conhecemos pois ela estava em São Paulo cuidando do jeep que o casal tem para levar turistas nos passeios.
Jogamos dardo, bebemos vinho, ficamos um pouco bêbados e fomos dormir num quarto super quieto e escuro. Capotei em alguns minutos pois faz um certo tempo que não durmo nestas condições.
Agora, já acordado e de café tomado, vamos para a praia de Itamambuca e a noite partiremos para Paraty.

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Midtown e Staten Island

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Já faz alguns dias que voltei de viagem e estava fugindo de escrever sobre um dos melhores passeios que fiz em Nova York. Até que chega um dia lindo como este, em que a única coisa que fiz foi correr uma hora na academia e passar o restante do tempo vendo televisão. Caio da Depressão decidiu transferir as fotos do iPhone para o computador e se deparou com imagens do passeio pela Nova York mais Nova York de todas.

O Centro financeiro de NY fica ao sul da ilha de Manhattan, e é conhecido como Midtown. Fica próximo a ponte do Brooklyn e, portanto, próximo a área do World Trade Center – agora reconstruído e mais lindo do que nunca.

O começo do passeio aconteceu na praça em frente a prefeitura, onde os esquilos parecem ter consumido metanfetamina, bem doidões. Dali passamos pela Century 21, onde fui acusado pelo roubo de um par de meias (pasmem)! Ao lado fica o terreno do World Trade Center, que hoje contempla dois monumentos aos mortos nos prédios, nos aviões e no pentágono. São duas quedas d’água lindas, em uma caixa de mármore cravada no terreno onde antes ficavam as torres. Continue reading »

Um dia de High line e Skyline

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Hoje foi um dos dias mais especiais da viagem. Engraçado como o mais barato e tranquilo dos passeios pode superar o valor e a comercialização e alguns monumentos e ícones turísticos. Adoro Walk Tour, e hoje foi dia disso.

Quando decidi fazer esta viagem, passei a estudar um pouco sobre Nova Iorque afim de descobrir lugares legais que poderiam ser interessantes. Confesso que nunca havia ouvido falar no High Line, que é uma espécie de Parque Suspenso do Chelsea. Ele foi construído no que antes foi uma linha de trem.

Com a notícia de que ela seria emplodida, dois arquitetos se juntaram com um plano: transformar as instalações da antiga linha em um parque suspenso, com jardins, obras de artes e mirantes. Mais ou menos o que todos sonhamos para o Minhocão de São Paulo.

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Me apaixonei por esta história e pelos seus detalhes, como por exemplo o morador de um prédio ao lado do High Line que transformou sua sacada em um teatro, criou um site e passou a divulgar nele os horários e artistas das próximas exibições.

E o parque é fantástico, com detalhes arquitetônicos que se integram à vista proporcionada pela cidade e com um paisagismo irretocável.

De lá partimos para um almoço rápido na região, mas antes passamos pela Macy’s, Madson Square Garden e algumas outras lojas, para então tomar uns olés do metrô antes de chegar ao Midtown. Dica: evite o metrô de NY aos domingos. É puro caos!

Chegando ao Midtwon, fomos à praça da City Hall, que é a prefeitura. Esquilinhos por tudo quanto é canto (ainda me lembro do esquilo louco e serelepe pulando pelo parque todo, um show), assim como bandeiras americanas e fachadas incríveis de prédios muito lindos. Descemos fazendo fotos, passamos novamente pela Century 21 para ver preços e então iniciamos de verdade o tour, nas instalações do WTC.

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Há um museu do WTC que você pode visitar por 17 dólares. Já faz parte do preço a visita ao memorial, mas se você quer visitar apenas o memorial, há como entrada uma doação sugerida de 5 a 10 dolares.

O local é tocante e os monumentos construídos sobre o local dos escombros são de tirar o fôlego. Dentro da área é possível pegar guia em vários idiomas. Nele há imagens do projeto de reconstrução e tudo ficará ainda mais lindo, ainda que aquele dia triste continue na memória.

Seguindo o passeio, visitamos a Trinity Church, local onde os feridos do 11 de setembro eram levados para os primeiros socorros. Depois, Wall Street, com a Bolsa de Valores (Stock Exchange) e Federal Hall.

Dali fomos para outro símbolo do poder financeiro americano, o ostentável e não oficial ponto turístico do Touro, na Bowling Greene. Há uma filinha pequena e rápida para fotos com a estátua. Deste ponto ainda é possível ver a fachada do Museu do Índio Americano e, é claro, visitá-lo (coisa que eu não fiz).

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Já estava na correria pois queria ir para o passeio de Ferry que leva gratuitamente para Staten Island. Poucos sabem, mas ele oferece vistas incríveis da Estátua da Liberdade e do Sky Line da cidade. Com o por do sol, tudo ficou ainda mais lindo. Passeio totalmente indicado.

Na hora de voltar, novamente o metrô sambou na nossa cara. Acabamos indo parar na Central Station, outro famoso ponto turístico da cidade. Sua fachada aparece na abertura de Damages e é cenário da épica luta do filme Os Vingadores. Ali perto também está o Chrysler Building, famoso prédio que abre os créditos do filme de Sex and the City.

Acabamos a noite com um sushi bem gostoso e vim aqui escrever para contar para vocês!!!

2 broke gays: da ponte do Brooklyn ao Gugeinheim

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Mais um dia tomando café no Dunkin Donuts e reparando nas diferenças entre as cafeterias aqui da cidade. É impressionante como TODAS as DD têm funcionários apenas indianos e já as Starbucks só contratam hipsters para seus staffs. Ou ~seje~…

Mas não quero falar sobre café nem bagel, o post é para contar e dar dicas descobertas em mais um dia na Big Apple. Sábado foi dia de ir ao Brooklyn e conhecer um pouco mais (mesmo que bem pouco) desta grande parte de NY.

Fomos atravessando a ponte a pé, claro. É um passeio bem turístico com alguns americanos tentando correr para fazer seus exercícios. Impressionante e muito bacana o quanto eles se dedicam ao esporte e à vida saudável, ao contrário do que a gente sempre lê sobre o índice de obesidade aqui nos Estados Unidos. Aliás, o povo aqui de Nova Iorque é bem do magrinho!!!

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Enfim, a dica é atravessar toda a ponte e se jogar no parque que tem logo na margem do East River, para conseguir imagens ainda mais bacanas da estrela do cenário, que é a ponte – e neste caso também de sua coadjuvante, a Estátua da Liberdade.

De lá seguimos para o Prospect Park, o Central Park do Brooklyn. Este é um campo muito mais aberto e até mais frequentado por se tratar de uma área residencial. Talvez também tenha tido essa impressão pois o visitei num sábado, enquanto passeei pelo Central Park num domingo.

É muito bacana ver as famílias incentivando seus filhos nos treinos de baseboll, com uniformo, taco e luva de apanhador!!! Tirei muitas fotos legais.

Foi difícil encontrar algum lugar para comer no Brooklyn. Até há algumas pizzarias e sanduicherias, mas não encontrei muitas dicas ou sugestões no ForSquare que me incentivassem. O jeito foi partir para os fast-foods mais básicos. Mas antes, entramos em uma espécie de Pub Irlandês que servia brunch chinês (oi?) e acabamos pedindo algo apenas para não ser rude! Acabei tendo que comer um prato de peito de frango desfiado com muita pimenta e salada de alface. Saí de lá toda Angelina ~Jolips~.

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Retornamos para Manhathan e enquanto uma parte do grupo fazia compras, fui visitar o Gugeinheim, que é um espetáculo apenas pelo espaço que é. Todo sábado, após as 17h45 você pode entrar de graça. É bom chegar um pouco cedo pois a fila do ingresso free é longa. Diferente do MoMA, esta fluiu super bem, incluindo a fila do guarda volumes.

Também conta o fato do Gugenheim ser um museu de pequeno porte, se comparado ao MET e ao MoMA.

Te indico subir até o sexto nível e ir descendo a espiral de exposições itinerantes, que desta vez recebia alguns artistas orientais. Você ainda poderá ver a galeria de obra do próprio museu, com quadros de Dali, Picasso e outros grandes nomes da arte moderna.

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Seguindo o passeio, uma visita rápida na padaria Magnolia, na qual você pode experimentar fatias gigantescas de bolos cobertos de chantelly, ou cupcakpes originalmente americanos, com uma boa bebida quente!!! Eu experimentei umi gigantesco Red Velvet, mas tinha até bolo de pistache, entre outras delícias.

Terminamos a noite na loja da Apple, após uma passadinha pela estátua Love, afinal existe amor em Nova Iorque. Mesmo o meu estando em São Paulo.